Como gerenciar melhor, no complexo cenário da saúde brasileira!

Síntese do cenário da saúde no país!


O Brasil ocupa a 64o posição entre 183 países no ranking das federações que mais investem em saúde pública no mundo. Investindo cerca de 3,8% do seu Produto Interno Bruto (PIB), ligeiramente superior à média dos países da américa latina e consideravelmente inferior aos países desenvolvidos. Estas informações do Banco Mundial estão no relatório de Aspectos Fiscais da Saúde no Brasil, divulgado pela Secretaria do Tesouro Nacional no ano de 2018. Já a Saúde suplementar no ano de 2019 sofre uma baixa no número de beneficiários de planos privados de assistência médica em relação ao número de beneficiários em dezembro de 2018, conforme dados gerais da ANS. Fatores como o envelhecimento populacional, os custos com novas tecnologias no setor da saúde, o aumento das exigências internacionais na qualidade da assistência regidas por instituições de acreditação, a inflação médica fechando o ano de 2018 perto dos 18%, e o cenário da economia brasileiro, tornaram o cenário da saúde complexo e oneroso.


Como se preparar melhor?

Diante desse cenário, as instituições de saúde em geral, são pressionadas com recursos escassos e exigências elevadas, e para manterem-se minimamente ativas, ou lucrativas, constantemente precisam se reinventar, inovar, e buscar soluções estrategicamente direcionadas à resultados, em todas as áreas. Tanto no contexto público quanto privado, mas essencialmente no público, é fundamental que os gestores destas instituições estejam preparados para gerir com eficiência e eficácia seus recursos, estabelecendo processos efetivos e implementando soluções de conhecimento, metodologias e tecnologias que os ajudem a entender os cenários, processos, regras e leis em que se situam, ao mesmo tempo em que a informação precisa ser certa, chegar de forma certa, no tempo certo e apoie as tomadas de decisão, do operacional, tático ao estratégico.
Neste contexto, uma questão chave é levantada: Como os gestores podem se preparar melhor para ajudarem suas instituições a percorrem um caminho de estabilidade e crescimento, com resultados tangíveis e contínuos?


1° Informação é tudo!


Em um mundo cada vez mais conectado pela tecnologia, cada vez mais online, oportunizou-se e ampliou-se o acesso às informações em uma escala global, e hoje, por exemplo no Brasil, no ecossistema da saúde, ferramentas como TABWIN e TABSUS, criadas e disponibilizadas pelo Departamento de Informática do SUS o DATASUS, permitem ao usuário o acesso a diversos indicadores de saúde, assistência, epidemiologias, morbilidades, estatísticas vitais, dados demográficos e socioeconômicos e muito mais, como por exemplo: visualizar o perfil de morbimortalidade da população assistida pelo SUS, bem como associar essas tabulações às feições gráficas de uma base cartográfica, possibilitando dessa forma, uma avaliação espacial e visualização da informação de forma imediata. Além disso, existem no mercado inúmeras soluções privadas que captam, organizam e entregam informações de diferentes áreas e processos, em inúmeros formatos, e que facilitam as tomadas de decisão, como exemplo o aplicativo ADM Saúde,o qual permite a consulta na palma da mão, de toda informação da tabela SIGTAP do SUS.

2° Metodologias e processos são essenciais!


Não basta ter a informação, é preciso utilizá-la de forma precisa, no momento certo, relacionando-a ao problemas que precisam ser solucionados, para que os objetivos almejados sejam alcançados, e em qualquer estrutura organizacional, processos bem estruturados, baseados em metodologias consolidadas são fundamentais para que as informações percorram o caminho certo, para que as atividades sejam executadas de forma correta e para que as decisões decorram com o galgar do objetivado. Neste contexto, buscar capacitações, consultorias ou assessorias especializadas na área foco, tem se mostrado uma excelente opção, principalmente para instituições e gestores que sentem a necessidade de mudança e veem nela a oportunidade de melhorar. A importância dessa assessoria se torna ainda mais evidente em áreas como a de faturamento hospitalar, que diariamente se depara com temas relacionado a portarias, regulamentação, codificação de procedimentos, gestão contratual entre outras burocracias existentes na área.

Concluindo...

Gerenciar por si só, qualquer área ou organização não é uma tarefa fácil, a cada dia gestores se deparam com problemas complexos, relacionados a fatores internos e externos, além da natural pressão por resultados. No ecossistema de saúde, este cenário é ainda mais difícil, não apenas pela natureza do negócio, que lida com vidas, mas também pelos escassos recursos, legislação e regulações complexas e pela dependência em geral do estado, cujo apoio é uma variável inconstante baseada em política e economia. Apesar de tudo isso, os gestores têm à disposição diversos recursos que os apoiam nessa missão, sendo o principal, a informação. Empresas de capacitação, consultoria e assessoria, como a Diretriz e Soluções, especializadas no segmento de saúde, com foco na jornada de gestão do faturamento, podem ajudar e muito neste contexto.


Preparar-se e aprender é sempre uma opção que traz resultados.😉⌚💲
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Quem é Flávio Coimbra?

Mestrando em Tecnologia, Gestão e Saúde Ocular
Sócio Diretor da Diretriz e Soluções, realiza treinamento e assessoria em faturamento SUS, TABWIN, faturamento saúde suplementar (convênios) e particular. Atendemos instituição pública, filantrópica ou privada; Clínica, hospital ou secretaria municipal de saúde.

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